Os alunos das turmas 5.ºB e 5.ºC estiveram hoje na Biblioteca Escolar para lerem um poema dedicado às mães. Esta atividade foi organizada pela professora Gracinda Vieira. Aqui ficam os respetivos vídeos.
sexta-feira, 29 de abril de 2022
Mensagens para as mães
quinta-feira, 28 de abril de 2022
Dia da Mãe na Biblioteca Escolar
A Biblioteca da EB N.1 encheu-se de corações para assinalar o Dia da Mãe, que se comemora no dia 1 de maio. Os alunos recortaram corações onde escreveram frases e poemas dedicados às suas mães. Os corações foram colocados na Biblioteca Escolar, onde os alunos podem ver os vários trabalhos criados. Os pais também têm passado por aqui e as mães têm ficado muito emocionadas com as lindas palavras que lhes foram dedicadas.
Esta atividade foi desenvolvida pela professora Gracinda Vieira, no âmbito da disciplina de Educação Musical, em articulação com Português e Cidadania e Desenvolvimento.
sexta-feira, 22 de abril de 2022
What a wonderful world
Para assinalar o Dia da Terra e em antecipação ao Dia Mundial do Livro, que se assinala no dia 23 de abril, as turmas de Pré-escolar que integram o projeto PEBI (Programa de Ensino Bilingue em Inglês) e uma turma do 1.º ano da EB N.3 tiveram uma sessão de leitura com a professora bibliotecária. Foi lido e cantado o livro What a wonderful world, de Tim Hopgood, que ilustra a bem conhecida música com o mesmo título da autoria de Bob Thiele e David Weiss, imortalizada por Louis Armstrong.
Foi uma maneira diferente de assinalar o Dia da Terra, aliando leitura, música e ilustração para celebrar o nosso planeta maravilhoso.
Deixamos aqui o vídeo com as ilustrações de Tim Hopgood. Enjoy!
terça-feira, 19 de abril de 2022
Reabertura da BE da EB N1
Depois de algumas obras de ampliação do espaço, reabre ao público a Biblioteca Escolar da Escola Básica N.1. Embora os serviços de biblioteca nunca tenham parado, é com enorme gosto que recebemos de novo alunos, professores e demais membros da comunidade educativa na Biblioteca Escolar, agora mais ampla e luminosa. Ainda não temos um espaço completamente renovado, mas este foi um primeiro passo para transformar a nossa biblioteca num lugar mais agradável e acolhedor e também com mais capacidade de resposta para as novas e desafiantes necessidades dos nossos utilizadores.
quarta-feira, 13 de abril de 2022
E se Ulisses se encontrasse com Robinson Crusoé?
Foi este o desafio lançado pela professora de Português aos seus alunos durante uma avaliação da Produção Escrita.
Ao longo de todo o teste, há referências a ilhas e a Robinson Crusoé,
um herói de uma das mais famosas narrativas de aventura. Ao longo deste ano,
conheceste outro herói: Ulisses.
Imagina, agora, que eles se encontram numa ilha desconhecida…
Num texto bem
organizado, relata este encontro entre os dois heróis.
Aqui ficam alguns dos textos produzidos pelos alunos.
Os náufragos
Robinson Crusoé era um homem que tinha sido vítima de um naufrágio e então
já estava há cento e dez dias numa ilha pequena onde tinha naufragado.
Até
que, num dia de muita tempestade, Robinson avista um barco a aproximar-se dele,
mas arrastado por uma corrente muito forte. Esse barco acabou por se desmanchar
todo quando chegou a terra e, lá de dentro vindo a nado, vai Ulisses e os
poucos dos seus companheiros que sobreviveram.
Robinson Crusoé pergunta:
− O
que estão aqui a fazer?
Ulisses responde:
− Viemos
tentar salvar-te, mas acabámos por naufragar como tu.
Robinson diz:
−
Então, agora estamos juntos.
Diogo Cavaco, 6.ºA
A ilha perigosa
Ulisses, depois
de uma grande tempestade, desembarcou numa ilha que lhe parecia estranhamente
familiar. Chegando à praia, deparou-se com um corpo debruçado na areia. Ulisses
reconheceu que era marinheiro. Então, perguntou:
− Estás morto? Se
calhar estás a falar com um homem morto.
− Não, não estou
morto. Estou só a descansar um pouco… chamo-me Robinson.
Então, de
súbito, Ulisses olha para os lados e exclama com cara de morto.
− Bem me parecia
familiar esta ilha. Esta ilha é perigosa!
Robinson começa
a cortar árvores. Mas Ulisses fica a olhar para o mar, como se estivesse à
espera de algum barco. Robinson a trabalhar sozinho acaba por construir um
abrigo para dois. Ulisses exclama:
− Parece um
cavalo de pau!
− Ah, ah! Pois
parece.
E lá ficaram a rir durante dias e meses. Até que chegou um navio para os salvar. Fugindo dos canibais, Robinson e Ulisses saíram da ilha.
Gabriel Delgado, 6.ºA
Um reencontro
Numa
viagem, Ulisses encontrou uma ilha desconhecida. Ele não pensou duas vezes e lá
atracou, começando logo a explorar.
Enquanto
Ulisses explorava, Robinson ensinava Sexta-Feira.
Mais
tarde, Ulisses encontrou-os ao pé de uma gruta. Ulisses agarrou na sua espada e
perguntou:
−
Quem são vocês? – com um ar ameaçador.
−
Eu sou Robinson Crusoé! – respondeu protegendo Sexta-Feira que logo depois
também disse o seu nome.
−
Eu agora, quem és tu? – perguntou a Ulisses.
−
Eu sou Ulisses, rei de Ítaca.
Continuaram a falar até anoitecer. No dia
seguinte, quando Ulisses se estava a ir embora, o seu navio tinha desaparecido.
Ele foi dizer a Robinson e a Sexta-Feira e juntos começaram a construir um novo
navio. Passaram-se dias, semanas, e finalmente estava pronto.
Ulisses, Robinson e Sexta-Feira foram para os
seus lares.
Eduardo Vidigal, 6.ºA
Um novo amigo
A
viagem de Ulisses estava a correr muito mal, até conhecer Robinson. Enquanto
Ulisses voltava para a sua terra no seu navio, avista uma ilha, uma ilha
deserta onde Robinson estava a pedir ajuda. Ulisses decidiu ir ver quem o
estava a chamar e, quando chegou lá, perguntou-lhe o seu nome:
− Como te chamas? E o que aconteceu?
− Eu sou Robinson, estava a
tentar voltar para casa, mas as ondas do mar empurraram-me para cá. E tu, como
te chamas? – disse Robinson.
−Eu sou Ulisses. – respondeu-lhe.
Ficaram
a conversa durante algum tempo e, quando olharam para o céu, já estava a
anoitecer. Ulisses deu boleia a Robinson. Durante a viagem, conversaram muito
sobre as suas vidas. Quando chegaram à terra de Ulisses todos perguntaram:
− Quem é esse? Quem é esse?
E Ulisses
só sabia dizer:
− Este é o meu novo amigo.
Todos
gostaram de conhecer Robinson. E desde aí Ulisses e Robinson ficaram os
melhores amigos.
Maria Inês Raposo, 6.ºA
Os desconhecidos que passaram a ser amigos
Certo dia, numa
ilha desconhecida, dois aventureiros desconhecidos um do outro encontraram-se.
− Ora viva! Como
te chamas? − perguntou Ulisses.
− Chamo-me
Robinson Crusoé e sou aventureiro! − exclamou Robinson.
− Eu sou Ulisses
e também sou aventureiro! − exclamou Ulisses.
Ainda não se
conhecendo bem, tornaram-se amigos. Depois de algum tempo juntos, já começando
a estar com fome, foram procurar alimento. Encontraram amoras, macieiras,
algumas mangueiras e uns pessegueiros. Comeram tanta fruta que ficaram
maldispostos.
Quando a má
disposição passou, construíram uma cabana, com paus e folhas que encontraram
caídas no chão. Foi uma noite cheia mosquitos, muito calor e alguma chuva. A
chuva encheu um ribeirinho e lá foram beber água.
Com mais alguns
paus, juntos construíram uma jangada e conseguiram sair daquela ilha e voltar
para as suas casas. Eles ficaram grandes amigos.
Aquela ilha
ficou conhecida como “A ilha dos desconhecidos”.
Sofia Cavalinhos, 6.ºA
Mais um companheiro
Ulisses acorda de repente sobre uma
praia.
− Onde estou? − pergunta Ulisses.
− Foste vítima de um naufrágio − diz o único sobrevivente da ilha.
− E tu, quem és?
− Eu sou Robinson Crusoé e estou nesta ilha também devido a um
naufrágio.
Ulisses pergunta:
− E agora, como saímos daqui? Eu tenho um filho e uma mulher à
minha espera em Ítaca.
− Não te preocupes, pois nós vamos sair daqui.
− Mas como? − pergunta Ulisses.
− Vamos construir um barco.
Ulisses concorda e eles constroem um
pequeno barco.
− Construímos um barco e agora vamos sair deste lugar.
Eles colocam o barco na água, mas o
barco não resiste por ser muito pequeno.
− Não vamos desistir!
E constroem outra, e mais, outra vez.
Após 15 tentativas, eles conseguem.
Robinson leva Ulisses a Ítaca e
depois diz:
− Espera, não me disseste o teu nome.
− Ulisses – responde.
Tomás Gonçalves, 6.ºA
Um encontro entre heróis
Depois de tantas viagens, tantas aventuras,
tantas salvações, por fim há sempre um final. Mas antes disso, temos um
encontro de dois heróis. Queres saber a história? Anda daí!
Tudo começou quando Robinson decide aventurar-se
por mar em busca de novos mares, culturas, animais e até comidas novas. Quem
sabe o que ele poderá encontrar?!
Já Ulisses, partiu por mar em busca
do seu filho. Ulisses começa por procurar, mas não encontra rumo.
− Parece que o mapa está errado – disse Ulisses
Robinson não sabia por onde se
aventurar. Então, decide parar na primeira ilha que lhe aparece e foi na fé. Quando
estes dois heróis chegaram ao destino desconhecido decidem descansar e explorar
a ilha. Ambos ouviram um barulho e começaram a investigar a área. No entanto,
tocaram-se costas com costas e, de repente, viram-se e veem que está tudo bem e
começaram a conversar.
− Oh Meu Deus, és tu! O
incrível Ulisses! Admiro-te tanto!
− Eu é que te admiro! Tens de
me contar mais sobre ti!
Andreia Stancu, 6.ºB
Anitra
Ulisses, depois de estar todos estes anos fora, parte para mais uma
aventura. Embarca num navio e vai pelos mares fora. Desembarca numa ilha
chamada Anitra. Nesta ilha vivem cavalos ENORMES! Que falam! Ulisses, ao
início, fica cheio de medo, mas depois ultrapassa. Passado um mês, ele encontra
Robinson à beira do mar, todo aleijado.
Ulisses tinha-se escondido dentro de uma gruta, e levou Robinson para
lá.
− Ulisses?! O que faço aqui? − diz Robinson.
−
Vieste parar à beira desta ilha e eu trouxe-te para esta gruta. Nesta ilha
vivem cavalos enormes, temos de arranjar uma forma de sair daqui! − respondeu
Ulisses.
− Ok, amanhã começamos a construir um barco − disse Robinson.
Começaram a sua tarefa e demoraram dois meses a construir um barco.
Quando terminaram, prepararam-se para ir, mas os cavalos destruíram o barco e
foram atrás deles. Os dois nadaram muito, Robinson desmaia e então Ulisses
agarra nele e leva-o às costas durante um mês.
Mas tudo acaba bem…
Beatrice Mazliu, 6.ºB
A Ilha
Perto de uma ilha, em 1506, dois
barcos, um de cada lado da ilha, estavam a combater feroz tempestade.
O barco que transportava o famoso
herói Robinson Crusoé naufragou com as grandes ondas. Pelo contrário, o barco
que transportava Ulisses aguentou-se bastante bem. Mas veio uma onda gigante e
arrastou o barco de Ulisses para terra batendo contra uma rocha. Ulisses e
alguns companheiros que sobreviveram ao naufrágio foram para terra.
Porém, Robinson Crusoé, foi o único
sobrevivente e, estafado, fez uma barraquinha onde pernoitou.
Passado um mês, Ulisses estava
completamente sozinho, os seus companheiros foram morrendo devido aos animais
ferozes ou por doença. Ulisses já tinha lanças e arcos para se proteger.
Robinson já se tinha habituado à solidão, porém
decidiu ir explorar.
Ulisses também foi explorar. Passado um tempo,
encontraram-se no centro da ilha. Ulisses apontou-lhe uma lança e perguntou:
− Quem és tu?
− Eu sou Robinson, um
náufrago.
Passado algum tempo ficaram amigos e conseguiram sair
da ilha.
Gabriel Manafaia, 6.ºB
Uma aventura - desafio
No âmbito de uma produção escrita, a professora de Português da turma 5.ºA, Donzília Marques, propôs o seguinte desafio aos alunos:
Depois de teres ficado a conhecer um pouco da Quinta
das Lágrimas e do livro “Uma Aventura na Quinta das Lágrimas”, é a tua vez de
imaginar uma aventura… NA TUA ESCOLA!
Eis o resultado.
Uma aventura escolar
− “Mas o que será
este barulho?” – interroguei-me a mim
própria.
Um aluno
perguntou à professora:
− Professora, o
que são estes barulhos?
− Não sei,
Júnior. – disse a professora.
Algum tempo
depois e era hora do almoço.
− Vamos começar
esta aventura! Vamos até à sala do fundo e apanhamos o que está a fazer este
barulho. – disse eu à Joana, ao Vítor e ao João, os meus companheiros nesta
missão.
Quando lá
chegámos, encontrámos um portão fechado e começámos a procurar outra entrada.
Conseguimos achar uma.
− Mas era isto
que estava a fazer este barulho? Um rato! – disse a Joana.
Todos achámos estranho,
mas não encontrámos mais nada.
Ariana Ferreira Moreno
A dança na escola
Numa bela manhã, no fim do inverno, eu estava
muito nervosa, porque na semana seguinte, segunda-feira, a minha turma e eu
iríamos dançar para toda a escola e para os pais e mães dos meninos e meninas
da minha turma.
Entretanto, apareceu a Maria, uma menina da
minha turma com cabelos loiros, encaracolados e que lhe chegam pelos ombros,
tem olhos castanhos e brilhantes como uma castanha ao sol, e usa óculos e
também um casaco cor-de-rosa.
Depois, eu, a Maria e o resto da minha turma
fomos fazer a dança e a Maria chegou-se a mim e perguntou-me:
− Ó Laura, somos obrigadas a dançar?
− Eu acho que sim, mas se tu não quiseres tudo
bem. Só se tu quiseres ter zero em Educação Física – disse eu.
− Agora eu vou para a dança. Tchau!
E lá fomos todos fazer a dançar, e a Maria
também foi.
Quando chegou a segunda-feira, nós
dançámos e assim sentimo-nos felizes.
Laura Cordeiro
A caça ao tesouro
Certo dia, fui para a escola, chegou
o intervalo e estavam a dizer que havia um tesouro na escola. E que havia uma
caça ao tesouro na escola. Eu e os meus amigos começámos a procurar, até que
encontrámos a primeira pista que tinha uma adivinha:
“- Qual é o sítio onde tu treinas?”
Nós começámos a pensar e lembrámo-nos
“No Pavilhão”, fomos a correr para lá, ficamos à procura até que encontrámos. Na
pista dizia:
“- Qual é o sítio onde tu compras a
senha?”
Quando lá chegámos, estava ali a
última pista que dizia que o tesouro estava na nossa sala. Quando entrámos,
estava lá o tesouro com muito dinheiro. Então, nós dividimo-lo entre nós.
Salvador Pinela
A aventura
Numa bela manhã, os alunos chegaram à sala e
sentaram-se nas suas cadeiras e esperaram a professora. Passaram 20 minutos, e
nada da professora! Então, a delegada e a subdelegada juntaram-se e bateram à
porta do lado:
−TOC! TOC!
− Podemos entrar? − pergunta a delegada.
E os alunos disseram que sim. Quando entraram, só
viram alunos e perguntaram:
− A vossa professora também desapareceu? − perguntou a subdelegada.
− Sim − disse uma menina muito
bonita.
− Venham, vamos chamar todas as turmas para procurá-las todos
juntos.
Chamam todas as turmas e reúnem-se lá em baixo.
− Vamos separar-nos em turmas: o 5A fica lá fora, o 5D lá em
cima, o 6B fica na entrada, 6A fica na cantina e por fim o 5E fica com o resto.
− Vamos lá, nós conseguimos!!!
Depois de 2 horas, o 5A ouve gritos no esgoto e quando
entram, veem as professoras presas e ajudam-nas. Pouco depois, retomam as
aulas.
Thamara Salgueiro
terça-feira, 12 de abril de 2022
Dia Internacional do Livro Infantil - vencedor do quiz
Na Escola Básica N.1, o Dia Internacional do Livro Infantil foi assinalado com um desafio lançado aos alunos sob a forma de um quiz. Para responder às questões sobre reconhecidos autores e ilustradores de literatura infantojuvenil, quer portugueses, quer estrangeiros, os alunos tinham de procurar os respetivos textos em QR Codes espalhados por toda a escola.
E a vencedora do quiz é a aluna Carolina Santinhos Alves, do 5.ºE.
No final do quiz, a Carolina escreveu, sobre a importância dos livros e da leitura:
«Para mim, os livros são a coisa mais importante do mundo para uma criança, porque só os livros têm o poder de dar vida à imaginação e aumentar a criatividade.»
Parabéns, Carolina! E tu, porque não testas os teus conhecimentos sobre literatura infantojuvenil? Aqui fica o quiz. Experimenta!
sexta-feira, 8 de abril de 2022
Concurso Nacional de Leitura - Fase Intermunicipal
Os alunos Maria Inês Romão (1.º Ciclo), Constança Pereira (2.º Ciclo), Martim Pereira (2.º Ciclo) e João Roque (3.º Ciclo) participaram na prova oral da Fase Intermunicipal do Concurso Nacional de Leitura (CNL), que decorreu na Biblioteca Municipal de Grândola, no dia 7 de abril.
Todos os alunos tiveram um excelente desempenho e todas as provas dos diversos ciclos e níveis de ensino foram muito disputadas, dificultando bastante a tarefa do júri. Para a Fase Nacional seguem os nossos alunos Constança Pereira e João Roque, que irão representar muito bem o nosso Agrupamento nessa fase.
De realçar ainda que, para chegar a esta prova oral, os alunos realizaram uma prova escrita de pré-seleção, online, sobre a obra selecionada pela Biblioteca Municipal para cada ciclo e nível de ensino. Nessa prova escrita, participaram ainda os alunos Vasco Ramos (3.º Ciclo), Marta Barradas (Ensino Secundário) e Iara Azevedo (Ensino Secundário) que, embora não tenham sido apurados para a prova oral, tiveram também uma ótima participação no CNL.
Parabéns a todos os participantes!
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Maria Inês Romão (1.º Ciclo) |
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Constança Pereira (2.º Ciclo) |
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Martim Pereira (2.º Ciclo) |
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João Roque (3.º Ciclo) |
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Jorge Serafim, contador de histórias e apresentador desta prova. |
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Constança Pereira e João Roque, os nossos alunos apurados para a Fase Nacional. |
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Todos os participantes nesta prova oral da Fase Intermunicipal do CNL. |
quinta-feira, 7 de abril de 2022
Dia Internacional do Livro Infantil - atividade de animação da leitura
Para assinalar o Dia Internacional do Livro Infantil, foi realizada uma atividade de animação da leitura para os alunos do Pré-escolar e do 1.º Ciclo da Escola Básica N.º2.
O livro Espera, Miyuki, de Roxane Marie Galliez, ilustrado por Seng Soun Ratanavanh, publicado em Portugal pela Orfeu Negro, foi o livro selecionado para as turmas de 1.º e 2.º ano.
Com as turmas de 3.º e 4.º ano, foi lido o livro Aqui Estamos Nós - apontamentos para viver no planeta Terra, do autor e ilustrador Oliver Jeffers, também editado pela Orfeu Negro. Este livro, escrito por Oliver Jeffers nos dois primeiros meses de vida do seu filho, é um autêntico guia para explorar o nosso planeta e ver como vivemos. É um livro afetivo e maravilhoso sobre o modo como o planeta e todos os seres vivos devem ser amados e respeitados.
As turmas do Pré-escolar, que participam no projeto de ensino bilingue em Inglês (PEBI) ouviram um livro em língua inglesa - Too many animals, da coleção Our World Readers da National Geographic.
A turma 2.ºA, da profª Filipa Castro, partilhou connosco alguns marcadores que os alunos fizeram após a leitura de Espera, Miyuki.
sexta-feira, 1 de abril de 2022
Dia Internacional do Livro Infantil - Mensagem
No dia 2 de abril, assinala-se o Dia Internacional do Livro Infantil.
Este ano, a mensagem do International Board of Books for Young People (IBBY) é da responsabilidade do Canadá. A mensagem é da autoria do escritor Richard Van Camp e o cartaz da ilustradora e autora Julie Flett.
Sob o tema "As histórias são asas que te ajudam a voar todos os dias", a mensagem de Richard Van Camp e as belas ilustrações de Julie Flett capturam o poder dos livros infantis para expandir horizontes, ativar a imaginação e construir conhecimento.
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Cartaz da autoria de Julie Flett |
Histórias são
asas que te ajudam a voar todos os dias
Ler é liberdade. Ler é respirar.
A leitura permite que vejas nosso mundo de uma nova maneira e convida-te para mundos dos quais nunca queres sair.
A leitura permite que o teu espírito sonhe.
Dizem que os livros são amigos para a vida e eu concordo.
O universo perfeito que tu és só cresce quando lês.
As histórias são asas que te ajudam a voar todos os dias, por isso encontra os livros que falam ao teu espírito, ao teu coração, à tua mente.
As histórias são remédios. Elas curam. Elas confortam. Elas inspiram. Elas ensinam.
Abençoados sejam os contadores de histórias e os leitores e ouvintes. Abençoados sejam os livros. Eles são remédios para um mundo melhor e mais brilhante.
Mahsi cho. Muito
obrigado.
Richard Van Camp